quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Paternidade atual

Bom dia!

Falando um pouco de papai já que o dia deles se aproxima.

No início do ano conheci através de uma amiga o trabalho de Marcos Piangers, o famoso Papai é Pop, visitei sua página, passei a segui lo nas redes sociais, adquiri três dos seus livros e os devorei rapidamente, super indico O Papai é Pop I, O Papai é Pop II e A Mamãe é Rock, relatos da maternidade e paternidade com humor e a gente se identifica tanto, ainda mais quando assim como ele cresci com a ausência paterna e ser bom papai e boa mãe acaba sendo uma maneira de espantar de nós o abandono que sofremos.

Na terça feira Marcos Piangers esteve no programa Papo com Bial, não consegui ver, mas ontem tive tempo e fui assistir e chamei o Papai da Livia para me acompanhar nos 40 minutos que teríamos que dispensar a esta atração, afinal eu apresentei Marcos Piangers a ele, os vídeos, relatos e livros e ele amou.
O programa que tinha Cauã Reymond, Marcos Piangers O Papai é Pop e uma blogueira que não conhecia e não me recordo o nome foi uma delícia adoramos e depois vem os balanços que fazemos dentro do tema abordado.

Qual o papel do homem, do pai nos dias atuais, onde ele deixa de ser apenas o genitor financeiro da casa e passa a ser membro daquela família, sua função não é trazer apenas o sustento, até porque a posição da mulher também mudou, hoje ela também traz sustento. O homem está passando pela linda transformação de exercer paternidade, quantas fraldas eles não tem trocado, quantas noites mal dormidas não tem ocorrido, seja porque os pequenos estão doentes ou porque apenas estão sem sono, soma-se a isso os banhos, as mamadeiras, as idas ao pediatra, as reuniões escolares, etc.
Que bom, está havendo transformação, quantos pais você não encontra nos fins de tarde de sexta feira ou início de sábado nós transportes públicos, portando um pequenino e uma mochilinha infantil, repare um pouco e perceberá que aquele é o fim de semana do papai e quantos não possuem guarda compartilhada, somos do tempo da guarda compartilhada que bom, de pais mais presentes.

Bial pontuou algo interessante, quando eles entendem que não se trata de uma divisão, mas sim de somar! Tudo caminha bem quando os pais são maduros e a prioridade é a criança e não seus egos, a criança se adapta quando está feliz.

E se hoje temos estes pais, que são mais participativos, que não basta uma visita a cada quinze dias, ele quer criar, que não basta estar pagando pensão, ele quer dar amor, afeto, ir na festa de dia dos pais que a maior parte das escolas tiraram do cronograma é porque nós mulher estamos exercendo cada vez mais a paternagem!
Eu faço, com a ausência de pai que tive antes mesmo da Livia, eu direcionava Ma para exercer paternidade real com minha enteada, hoje ele possui um casamento estável, uma filha planejada, idade de amadurecimento e tem exercido tão bem seu papel, temos diálogo aberto a respeito da maternidade e paternidade e o papel de cada um.

Que a paternidade real se estenda a muitos lares e se ela tentar escorregar da trabalho, é mais uma função, porém tente paternagem, o incentivo a paternidade, pois para a criação a presença de ambos é importante.

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