sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Quem cuida...

De 2017...

Como a partir de novembro de 2016 fui mandada embora da empresa onde eu trabalhava, Livia ficou comigo até que eu retornasse ao mercado de trabalho, isto é, por 7 meses ela ficou sobre meus cuidados. Quando retornei ela voltou a ficar com a moça que cuidava dela desde os cinco meses, porém ficou apenas por uns 20 dia, pois o papai foi mandado embora e cuidou dela por 5 meses, até que novembro de 2017 ele retornou ao mercado de trabalho e Livia precisava voltar a ficar com alguém, porém a moça que sempre cuidou dela não podia mais, pois está esperando bebê.
Tentei deixa-la com uma cuidadora de criança, que cuidou por um bom período da minha sobrinha e minha mãe me indicou, ela ficou apenas quatro dia, sempre que meu esposo a deixava pela manha ela chorava, o agarrava, resistia a ficar, conversamos com ela, porém ela era pontual em dizer que não queria ir, meu esposo a buscava e ela nunca estava feliz, a encontrava isolada, dentro de um berço, sem dormir o dia todos, com chupeta na boca, fraldas, estávamos retroagindo nos processos, até o dia que a vovó foi quem buscou, quando ela viu a vovó, correu chorando deixando tudo para trás, olhos inchados o dia todo, meus dias não estavam fáceis, ver o que ocorria estava mexendo comigo, não conseguia trabalhar, eu chorava, meu esposo estava triste, ela não estava se adaptando, era resistente e retroagindo nos avanços. No dia que minha mãe a buscou foi a gota d'água para eu entender meu esposo que nunca quis deixa lá neste local e para eu tomar a decisão que o muitos chamam de período de adaptação não estava fazendo bem a ninguém.
Não sei o que pode ter ocorrido, já que foram apenas quatro dias, nos dois primeiros foi mais fácil, porém os dois últimos ela era bem resistente, não sei se o fato de desde que nasceu ela esteve sobre os cuidados 100% voltados a ela, já que a moça que a cuidava só cuidava dela e ali agora era muitas outras crianças, mas acreditei que exatamente pelo número a mais de crianças ela se adaptaria bem, mas não ocorreu o que pensei e não sei se foi não se adaptar ou algum problema que ela encontrou. Este dias passávamos na rua e ela viu esta cuidadora, deu tchau, mandou beijinho e quando se sentiu numa distância segura gritou por duas vezes "não quero ficar com você não".
Mas eu não tinha com quem deixa lá, minha irmã vendo a situação se ofereceu a ficar até janeiro de 2018, tempo para eu pesquisar uma escolinha de confiança ou quem sabe ela ser chamada na creche pública onde ela está inscrita desde março/2017.
Então desde o dia 09 de novembro minha Princesinha tem ficado com a titia Gisele, onde ela se sente bem, é muito bem cuidada, tem a companhia da sua melhor amiga a priminha Geovanna e do priminho Davi.

Fotos do nosso ano novo! Eu, Livia, papai, vovó, priminha Júlia e os dindos.






















quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

2018 na ativa!

Boa tarde meninas, espero que esteja tudo bem!
Por aqui estamos ótimos e sumidos, a última vez que aqui estive foi em agosto, de lá pra cá minha pequena até completou dois aninhos, vamos tentar passar 2018 postando aqui!

Desejo a todos um feliz 2018, próspero, cheio de saúde e união.

Nosso Natal e Ano Novo foi em família na casa da minha mãe. Deixarei aqui os registros da pequena Livia neste momento.

Princesinha com dois anos e quatro meses, 12 quilos, 85 cm, sempre falantes, risonha e simpática. Filha este ano você ficou encantada com a queima de fogos e foi lindo ver você bater palminhas e grita parabéns Jesus no Natal, você emocionou a mamãe mesmo. No ano novo você não viu, mas Papai Noel passou e deixou seu pedido, lindo vê-la abrir e dizer "Papai Noel doido deu bicicleta quebrada" kkkkk, mas papai montou e arrumou né. Que um dia você possa ver este blog e seus registros da infância aqui minha Princesinha, te amamos!






















Fotos

Filha eu subi estas fotos a um tempo, meu intuito com certeza seria postar, porém isto não aconteceu, nestas fotos você tinha pouco mais de um ano, acho que você gostará de vê-las um dia. Acho não, tenho certeza!
Estou postando porque quero dar continuidade a sua história aqui Princesinha e não gosto de deixar nada pendente, então vamos abrir 2018 assim, como toda sua beleza de bebê que hoje é minha mocinha!















quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Paternidade atual

Bom dia!

Falando um pouco de papai já que o dia deles se aproxima.

No início do ano conheci através de uma amiga o trabalho de Marcos Piangers, o famoso Papai é Pop, visitei sua página, passei a segui lo nas redes sociais, adquiri três dos seus livros e os devorei rapidamente, super indico O Papai é Pop I, O Papai é Pop II e A Mamãe é Rock, relatos da maternidade e paternidade com humor e a gente se identifica tanto, ainda mais quando assim como ele cresci com a ausência paterna e ser bom papai e boa mãe acaba sendo uma maneira de espantar de nós o abandono que sofremos.

Na terça feira Marcos Piangers esteve no programa Papo com Bial, não consegui ver, mas ontem tive tempo e fui assistir e chamei o Papai da Livia para me acompanhar nos 40 minutos que teríamos que dispensar a esta atração, afinal eu apresentei Marcos Piangers a ele, os vídeos, relatos e livros e ele amou.
O programa que tinha Cauã Reymond, Marcos Piangers O Papai é Pop e uma blogueira que não conhecia e não me recordo o nome foi uma delícia adoramos e depois vem os balanços que fazemos dentro do tema abordado.

Qual o papel do homem, do pai nos dias atuais, onde ele deixa de ser apenas o genitor financeiro da casa e passa a ser membro daquela família, sua função não é trazer apenas o sustento, até porque a posição da mulher também mudou, hoje ela também traz sustento. O homem está passando pela linda transformação de exercer paternidade, quantas fraldas eles não tem trocado, quantas noites mal dormidas não tem ocorrido, seja porque os pequenos estão doentes ou porque apenas estão sem sono, soma-se a isso os banhos, as mamadeiras, as idas ao pediatra, as reuniões escolares, etc.
Que bom, está havendo transformação, quantos pais você não encontra nos fins de tarde de sexta feira ou início de sábado nós transportes públicos, portando um pequenino e uma mochilinha infantil, repare um pouco e perceberá que aquele é o fim de semana do papai e quantos não possuem guarda compartilhada, somos do tempo da guarda compartilhada que bom, de pais mais presentes.

Bial pontuou algo interessante, quando eles entendem que não se trata de uma divisão, mas sim de somar! Tudo caminha bem quando os pais são maduros e a prioridade é a criança e não seus egos, a criança se adapta quando está feliz.

E se hoje temos estes pais, que são mais participativos, que não basta uma visita a cada quinze dias, ele quer criar, que não basta estar pagando pensão, ele quer dar amor, afeto, ir na festa de dia dos pais que a maior parte das escolas tiraram do cronograma é porque nós mulher estamos exercendo cada vez mais a paternagem!
Eu faço, com a ausência de pai que tive antes mesmo da Livia, eu direcionava Ma para exercer paternidade real com minha enteada, hoje ele possui um casamento estável, uma filha planejada, idade de amadurecimento e tem exercido tão bem seu papel, temos diálogo aberto a respeito da maternidade e paternidade e o papel de cada um.

Que a paternidade real se estenda a muitos lares e se ela tentar escorregar da trabalho, é mais uma função, porém tente paternagem, o incentivo a paternidade, pois para a criação a presença de ambos é importante.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Paixão por doces!

Pois é, aqui nesta casa reside uma pequena garotinha apaixonada por doces.
Estes dias lia uma postagem do Papai é Pop (Marcos Piangers) falando a respeito de sua filha mais nova que é tão apaixonada por doces que troca as frases que ouve, sempre por doce, me identifiquei tanto.
Nunca fui uma mãe de monitorar 24 horas o que Livia comia e nem de bloquear doces a qualquer custo, controlei mais até um aninho e quatro meses, após era em vão, as pessoas ofereciam e ela sempre apta a degustar o maravilhoso doce aceitava, parei de ter doces em casa, evitamos ao máximo levar doces para casa e deixa los visíveis aos olhos dela, porque é certeza que pedirá, vou negar, tentar convencer que não, serão lágrimas, psicológico para segurar e coração de mãe que muitas vezes não resiste, evitar doces em casa é o jeito, o que é dado fora de casa esta de bom tamanho, a cada dia fui descobrindo uma criança apaixonada por doces, chocolates, balas, bolos, docinhos, já danones e yagutes ela toma, mas prefere o suco, tentamos manter o hábito do suco natural, pois já percebemos que ela ama os sucos artificiais, se é doce está valendo, ela manda ver. É difícil controlar a paixão dela, mas evitando entrar doces em casa já é um bom passo, já controlar as vovós, titias é complicado e ela esperta aproveita.
Minha Princesinha não diferente da mamãe e do papai ama doces!

Hoje minha Princesinha chega a seu um ano e onze meses, parabéns filhota.